Advogada desaparece na Chapada dos Guimarães

Ariadne Wojcik, advogada que iria assumir uma vaga no TJMT (Tribunal de Justiça de Mato Grosso), desapareceu hoje, quarta feira, 09 de novembro, após ter publicado um post em sua página na rede social Facebook, no qual, Ariadne denunciava um professor do estágio, em Brasília, que teria cometido assédio contra a advogada.

A jovem conta que na época em que estava concorrendo por uma vaga em um escritório de advocacia em Brasília, procurou o professor, para que ele a ajudasse, por conta de sua popularidade no ramo, até que, as coisas começaram a ficar estranhas. Ariadne afirmou que, recebia constantemente presentes e mensagens pessoais vindas do professor. No primeiro momento, ela não desconfiou da existência de segundas intenções e continuou no emprego. Porém, a situação estava ficando cada vez mais séria. 
“Eu achava aquele professor o máximo, extremamente inteligente, detalhista, perspicaz, minucioso, brilhante. Como poderia ser ruim? Até que as coisas começaram a ficar esquisitas”. Disse Ariadne.
“As coisas ficaram muito estranhas quando ele demonstrava que sabia todos os lugares onde eu ia, sabia o teor das minhas conversas, com quem eu falava, sabia as páginas que eu acessava no meu computador pessoal”. Disse Ariadne.

Visando tranquilidade, ela deixou o emprego e se mudou para sua cidade natal, Cuiabá. Porém, o professor não a esqueceu.

Ariadne foi vista pela última vez, na Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá. O Corpo de Bombeiros e a Centro Integrado de de Operações Aéreas iniciaram as buscas pelo local. Até agora, foi encontrado, no Mirante, uma bolsa feminina e um par de sapatos feminino, porém, ainda não foi comprovado se os pertences são da advogada.

Ariadne reportou o assédio no Facebook
Foto: Reprodução do Facebook\Site do G1)

Fonte: Site do G1

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