Na tarde de hoje, o Conselho de Ética arquivou o processo de cassação contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC) por quebra de decoro parlamentar devido ao seu voto no dia da votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Bolsonaro dedicou o voto ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura militar.
Foram onze votos contra a cassação e apenas um voto pela continuidade do processo.
Mesmo com a repercussão internacional do voto de Bolsonaro, os conselheiros alegaram que o deputado é imune em gestos e palavras, independente do conteúdo do discurso.
O deputado Marcos Rogério (DEM-RO) defendeu o direito de Bolsonaro dizer o que pensa, sem ser reprimido. Os deputados derrotaram o parecer do relator Odorico Monteiro (PROS-CE), que defendia a continuidade do processo de cassação.
Portanto, Jair Bolsonaro está livre do processo e livre para se candidatar à Presidência da República em 2018, pelo PSC.
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