O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, morreu à 1h29 (hora de Brasília) deste sábado (26), aos 90 anos, em Havana. A informação foi dada pelo irmão Raul Castro, em pronunciamento na TV estatal cubana.
O corpo será cremado e suas cinzas serão enterradas no dia 4 de dezembro em Santiago de Cuba.
Com a tomada do poder em 1959, Fidel assume o país como primeiro-ministro, após a renúncia de Jose Miro Cardona, iniciando nessa época relações com a URSS. Com isso, o revolucionário instala o comunismo no país, estatizando fazendas e ampliando a reforma agrária.
Em 1961, o governo proclama seu status de socialista, ocorrendo uma forte fuga em massa dos ricos do país para Miami, nos Estados Unidos, rompendo imediatamente relações diplomáticas com Cuba.
Em abril, Fidel formalizou o status do comunismo no país. No dia seguinte, 1,3 mil cubanos exilados tentaram, apoiados pela CIA, tentaram derrubar o governo, atacando a ilha pela Baía dos Porcos.
Em maio do mesmo ano, Castro consolidou seu poder, anunciando o fim das eleições democráticas, denunciando o imperialismo americano. Che Guevara assumiu o Ministério da Indústria.
Assim, desde que adoeceu, Fidel Castro passou o poder para o irmão Raul Castro.
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